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segunda-feira, 17 de maio de 2010

LIMPEZA DE PELE

A limpeza de pele é um procedimento realizado em consultório médico, pela esteticista, no qual é feita a retirada de cravos, espinhas, e algumas gorduras, os chamados mílios, que são produzidos normalmente pela pele, às vezes em maior quantidade, devido ao aumento da oleosidade da pele.

É importante fazer a limpeza de pele antes de iniciar qualquer tratamento de pele, pois aumenta a permeabilidade cutânea, ou seja os poros mais obstruídos ficam livres para a entrada de produtos do tratamento, que terão uma ação maior e mais profunda. Assim, o resultado do tratamento vai aparecer mais rapidamente.

Como é feita:
- É realizada uma esfoliação minuciosa da pele do rosto, pescoço e colo. Em seguida, a pele é submetida ao vapor com ozônio, que tem como finalidade abrir os poros e dar emoliência para a pele, facilitando a drenagem dos cravos, espinhas, milios, sem machucar;

- As extrações ou drenagens dos cravos/espinhas é feita manualmente (não se usa sucção);

- Após a limpeza, é passado um aparelho chamado "alta frequência" que é cicatrizante e anti-inflamatório. Para diminuição do eritema (vermelhidão comum após a limpeza de pele), são aplicadas compressas com loção calmante e, em seguida, uma máscara conforme a necessidade da pele.

Se for o caso, pode-se fazer um peeling químico para melhorar a textura da pele e a oleosidade. A pele poderá ficar avermelhada no dia, mas em média 24 horas já terá desaparecido. O tempo de duração da sessão é em torno de uma hora e meia, no máximo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

PEELING QUÍMICO

Aplicação de substâncias químicas ácidas sobre a pele com o objetivo de remover as camadas externas da pele e estimular a renovação celular. Os peelings podem ser superficiais, médios e profundos dependendo da substância utilizada. Os peelings podem melhorar rugas finas, cicatrizes de acne, manchas, e lesões pré cancerosas.
O peeling químico é uma técnica usada para melhorar a aparência da pele. Uma solução química é aplicada na pele, provocando a sua separação, descamação e o surgimento de uma nova pele mais lisa e menos enrugada que a pele antiga. E ela ainda pode ser igualada na cor.

Milhões de peelings químicos são feitos todo ano. Os dermatologistas têm usado vários agentes descamativos por décadas e são especialistas na realização de todos os tipos desta cirurgia química. Hoje em dia, o crescente interesse da população por rejuvenescimento da pele e atraso no processo de envelhecimento, torna o peeling químico em um procedimento muito atraente. Os resultados do peeling químico também podem ser ainda mais otimizados com o uso de novas técnicas de rejuvenescimento a base de laser. Antes de optar pelo peeling químico, solicite ao seu dermatologista uma avaliação completa da sua pele.

O que faz um peeling químico ?

O peeling químico é usado para tratar rugas finas, especialmente debaixo dos olhos e em volta da boca. As rugas causadas pelo sol, idade e fatores hereditários podem ser reduzidas ou mesmo eliminadas por este procedimento. As depressões, saliências e rugas mais profundas não respondem ao peeling e podem necessitar de outros procedimentos cosméticos ou cirúrgicos. Um dermatologista pode ajudar a determinar o tipo de tratamento mais apropriado para cada caso.

Cicatrizes leves e certo tipos de acne também podem ser tratadas com o peeling químico. Além disso, a pigmentação da pele na forma de:

•manchas de sol;
•manchas por causa da idade;
•manchas por causa do fígado;
•sardas;
•manchas por causa da pílula anti-concepcional;
•pele sem brilho e sem textura

podem ser beneficiadas com o peeling químico. As áreas da pele que foram danificadas pelo sol e lesões escamantes também melhoram após este peeling. Filtros e bloqueadores solar devem ser usados para diminuir as chances do reaparecimento das lesões.
Como é feito um peeling químico?

Face, pescoço, peito, mãos e pernas podem receber o peeling químico, que pode ser superficial, médio ou profundo, dependendo do estado da pele. Como regra, quanto mais profundo for o peeling, maior será o tempo de recuperação.

Seu dermatologista recomendará o melhor peeling para os seus problemas de pele.

Antes do tratamento, as instruções podem incluir o desuso de certos medicamentos e a preparação da pele com cremes pré-condicionadores.

Um peeling químico é realizado normalmente no consultório do dermatologista. A pele é limpa com um agente que remove os excessos de óleo e os olhos e o cabelo são protegidos. Uma ou mais soluções químicas como ácido glicólico, ácido tricloroacético, ácido salicílico, ácido láctico ou ácido carbólico (fenol) são usados. Seu dermatologista sugerirá qual agente descamante é apropriado para você. A escolha é baseada no tipo de dano que a pele apresenta e no resultado desejado.

Durante o peeling químico o médico aplica a solução nas várias áreas que serão tratadas. Estas aplicações descamam as camadas da pele, fazendo com que uma pele rejuvenescida apareça.

A maioria dos pacientes sente, durante o procedimento, uma sensação de morna para quente, que pode durar de cinco a dez minutos. Esta sensação pode ser seguida por outra, de ardência. Um peeling mais profundo pode ser mais dolorido e requer medicamentos durante ou após o procedimento.

O que se deve esperar após o tratamento?

Dependendo do tipo de peeling, o paciente pode sentir um leve ou severo ardor na pele, como se estivesse queimado de sol. As descamações superficiais normalmente ocasionam vermelhidão, que pode durar de três a cinco dias.

As descamações médias ou profundas podem, algumas vezes, provocar inchaço e bolhas que, se se romperem, formarão cascas, ficarão castanhas e descascarão no mínimo entre 7 e 14 dias. Talvez algumas descamações necessitem de curativo cirúrgico na área ou em toda a pele submetida ao peeling.

É importante evitar, imediatamente após o peeling químico, exposição demasiada ao sol, já que a nova pele é frágil e muito mais suscetível a ser danificada. Seu dermatologista lhe indicará os cuidados apropriados para que a pele sare logo.

Quais são as possíveis complicações?

Em certos tipos de pele existe o risco de se desenvolver uma mudança de cor temporária ou permanente. As pílulas anticoncepcionais, gravidez ou história na família de descoloração castanha na face pode aumentar a possibilidade de se desenvolver uma pigmentação anormal. Uma vermelhidão persistente pode ocorrer durante meses.

Apesar de muito baixo, existe o risco de formar uma cicatriz após as descamações químicas. Se a cicatriz ocorrer, ela pode ser tratada com bons resultados. Existe uma pequena incidência de reativação de infecção de herpes labial ou simples em pacientes com história de formação de bolhas por causa de febre. Antes do peeling é importante que o paciente informe ao dermatologista qualquer caso de quelóide, tendência a cicatrizes anormais, raios-X, radiação na face ou herpes labial recorrentes, para que o médico possa tomar todas as precauções necessárias.

Quais são as limitações do peeling químico?

O peeling químico não remove pele flácida ou caída, já que não pode eliminar as fossas gravitacionais que produzem a pele flácida. Além do peeling, o paciente pode precisar de um levantamento da face, da sobrancelha, rejuvenescimento da pele por laser ou de outros procedimentos.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

CELULITE

A celulite é um problema tipicamente feminino, que atinge 85% das mulheres, sejam adolescentes ou adultas, magras ou gordas. Lipodistrofia finóide (LDG) é o termo médico para se referir a essas alterações do metabolismo do tecido subcutâneo, que se manifesta especialmente nas regiões das coxas, culotes e nádegas, na forma de ondulações e “furinhos”

Localizada no tecido gorduroso, entre a derme e os músculos, acredita-se que a celulite surja por uma deficiência nas trocas celulares desse tecido, já que suas células deveriam, através da corrente sanguínea, absorver nutrientes e água e eliminar toxinas e excessos de água o que não acontece. Com isso, as células se amontoam, interrompem a circulação e congestionam o tecido. Embora a celulite não esteja relacionada à obesidade – ela também atinge as mulheres magras – o excesso de peso faz com que se torne mais evidente.
Isso acontece porque, com o aumento de peso, aumenta também o depósito de gordura. Se houver retenção de líquidos, o relevo das gorduras fica maior, deixando a celulite ainda mais à mostra.
Estresse, hereditariedade, tensão pré-menstrual e uso de anticoncepcionais, por influir na parte hormonal do organismo, desencadeiam a formação de celulite, mas também o sedentarismo e a alimentação inadequada.
A celulite se apresenta em quatro estágios de evolução.

Condição Normal
Na condição normal o tecido gorduroso é ricamente irrigado, as células gordurosas são de tamanho e formas normais. Os vasos são eficientes e tem formato normal.

Estágio 1 da celulite
Acontece um aumento de volume das células do tecido gorduroso na região afetada ocasionado por acúmulo de gordura dentro da célula. Não existe alteração circulatória e dos tecidos de sustentação, apenas uma discreta dilatação das pequenas veias do tecido gorduroso. Não há sinais visíveis na pele e nem dor.

Estágio II da celulite
As células gordurosas ficam um pouco mais cheias de gordura, e as que ficam na parte mais profunda começam a sofrer o mesmo processo. Já aparece um certo grau de fibrose, que se piorar, começa à formar micronódulos na fase seguinte. O aumento do volume das células provoca alteração circulatória por provocar a compressão das microveias e vasos linfáticos. O sangue e a linfa (líquido aquoso que banha as células) ficam represados . Ocorre então um maior “inchaço” das células gordurosas e detritos tóxicos, que deveriam ser eliminados, começam a ficar acumulados. Na pele já é possível se observar irregularidades à palpação e ainda não existe dor.

Estágio III da celulite
As células continuam aumentando de volume por causa da contínua aquisição de gordura. Ocorre uma desordenação do tecido e aparecimento dos nódulos que apesar de mais profundos, são vistos como irregularidades na superfície da pele, mesmo sem palpação. Começa a existir uma fibrose, que é o endurecimento do tecido de sustentação (onde estão as fibras) e a circulação fica ainda mais comprometida. Pode aparecer os vasinhos e microvarizes. A pele tem o aspecto parecido com “Casca de Laranja”. Ocorre a sensação de peso e cansaço nas pernas (Deve-se lembrar que a celulite é basicamente um problema circulatório, e nesse estágio a circulação no tecido gorduroso já está com problemas).

Estágio IV da celulite
O inchaço desordenado das células gordurosas é acentuado, o tecido de sustentação se torna mais endurecido (fibroesclerose) e a circulação de retorno está muito comprometida. Nesse estágio, a celulite é dura e a pele fica “lustrosa”, cheia de depressões, com aspecto acolchoado. As pernas ficam pesadas, inchadas, doloridas e a sensação de cansaço está freqüentemente presente, mesmo sem esforço. Aparecem os aspectos anteriores já descritos e surgem os “Black Holes”, ou “Buracos Negros”, que são regiões de circulação diminuída, representando uma coalizão de vários micronódulos em macronódulos e a presença de significativa fibrose.

Quais as causas da celulite?
Atualmente, a celulite é considerada uma doença e não uma simples deformação estética. A celulite manifesta-se no tecido conjuntivo localizado embaixo da pele, devido à soma de várias alterações que são acionadas por diversos fatores, como herança genética, sedentarismo, problemas circulatórios, alimentação inadequada, cigarro, álcool, estresse e desequilíbrio hormonal.
Estes fatores determinam várias modificações, como a compressão dos vasos locais e a projeção do tecido gorduroso, o que ocasiona as conhecidas ondulações

Como diagnosticar a celulite?
Para se diagnosticar a celulite existem exames específicos como a videocapilaroscopia por fibra ótica, videotermografia computadorizada e ultra-som. Mas a celulite é uma doença facilmente reconhecida pela textura da pele: há um endurecimento do tecido de sustentação e a formação de nódulos.

Dicas para evitar a Celulite
Devem ser consumidas fontes magras de proteína, como clara de ovo, aves, peixes e carnes vermelhas magras como lagarto, filé mignon. Substitua as frituras por preparações grelhadas, assadas ou cozidas;

Evite alimentos ou preparações gordurosas, como feijoada, pizzas, molhos gordurosos, queijos gordos, pães e bolachas recheados, chantilly, biscoitos amanteigados, sorvetes.

Consuma alimentos isentos de açúcar refinado, ou seja, pão integral, arroz integral, macarrão, batatas e frutas. Na vontade de comer um doce, prefira uma barra de cereais;

Evite colocar muito óleo durante a preparação dos alimentos;

Alimentos integrais são boas fontes de fibras e ajudam a diminuir a absorção das gorduras, além de contribuir para a regulação do intestino.

Prefira alimentos que não contêm sal na sua formulação como bolacha água, margarina sem sal, vegetais em geral, temperos naturais pois o sal ajuda a reter líquidos no organismo e conseqüentemente na gordura localizada.

Não adicione muito sal durante a preparação dos alimentos ou quando prontos. Uma dica é não colocar o saleiro à mesa.

Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas, pois estes somente fornecem calorias não possuindo nenhum valor nutritivo, prefira sucos naturais ou água.

Realize exercícios físicos do tipo aeróbios para favorecer a queima de gorduras, como caminhadas, bicicleta, natação.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

OBESIDADE

A obesidade é uma doença crônica que resulta da alteração do balanço energético ingestão/gasto, a favor da ingestão. Esta provoca expansão do tecido adiposo para armazenamento de lípidos que favorece o aumento do número de células gordas. É certamente uma ameaça para a saúde e diminui em cerca de 9 anos à esperança média de vida.

O grau de obesidade mede-se através do Índice de Massa Corporal (IMC) que se resulta dividindo o peso pela altura elevada ao quadrado. Obtém-se assim um número seguido de Kg/m2 que deve ser interpretado da seguinte maneira:

IMC > 18 < 25 kg/m2 — Normal
IMC > 25 < 30 kg/m2 — Excesso de Peso
IMC > 30 < 35 kg/m2 — Obesidade moderada (grau I)
IMC > 35 < 40 kg/m2 — Obesidade grave (grau II)
IMC > 40 kg/m2 ———– Obesidade mórbida (grau III)

Indivíduos que apresentam tendência genética a serem obesos, que exageram na quantidade de alimentos ingeridos, ou que levam uma vida muito sedentária são propensos à obesidade. Se a pessoa que sofre de obesidade não se tratar, ela tende a engordar cada vez mais. Esta doença é fator de risco para várias outras complicações na saúde e, portanto, faz com que o indivíduo se torne mais frágil a doenças graves que podem levar a morte precoce.