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segunda-feira, 17 de maio de 2010

LIMPEZA DE PELE

A limpeza de pele é um procedimento realizado em consultório médico, pela esteticista, no qual é feita a retirada de cravos, espinhas, e algumas gorduras, os chamados mílios, que são produzidos normalmente pela pele, às vezes em maior quantidade, devido ao aumento da oleosidade da pele.

É importante fazer a limpeza de pele antes de iniciar qualquer tratamento de pele, pois aumenta a permeabilidade cutânea, ou seja os poros mais obstruídos ficam livres para a entrada de produtos do tratamento, que terão uma ação maior e mais profunda. Assim, o resultado do tratamento vai aparecer mais rapidamente.

Como é feita:
- É realizada uma esfoliação minuciosa da pele do rosto, pescoço e colo. Em seguida, a pele é submetida ao vapor com ozônio, que tem como finalidade abrir os poros e dar emoliência para a pele, facilitando a drenagem dos cravos, espinhas, milios, sem machucar;

- As extrações ou drenagens dos cravos/espinhas é feita manualmente (não se usa sucção);

- Após a limpeza, é passado um aparelho chamado "alta frequência" que é cicatrizante e anti-inflamatório. Para diminuição do eritema (vermelhidão comum após a limpeza de pele), são aplicadas compressas com loção calmante e, em seguida, uma máscara conforme a necessidade da pele.

Se for o caso, pode-se fazer um peeling químico para melhorar a textura da pele e a oleosidade. A pele poderá ficar avermelhada no dia, mas em média 24 horas já terá desaparecido. O tempo de duração da sessão é em torno de uma hora e meia, no máximo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

PEELING QUÍMICO

Aplicação de substâncias químicas ácidas sobre a pele com o objetivo de remover as camadas externas da pele e estimular a renovação celular. Os peelings podem ser superficiais, médios e profundos dependendo da substância utilizada. Os peelings podem melhorar rugas finas, cicatrizes de acne, manchas, e lesões pré cancerosas.
O peeling químico é uma técnica usada para melhorar a aparência da pele. Uma solução química é aplicada na pele, provocando a sua separação, descamação e o surgimento de uma nova pele mais lisa e menos enrugada que a pele antiga. E ela ainda pode ser igualada na cor.

Milhões de peelings químicos são feitos todo ano. Os dermatologistas têm usado vários agentes descamativos por décadas e são especialistas na realização de todos os tipos desta cirurgia química. Hoje em dia, o crescente interesse da população por rejuvenescimento da pele e atraso no processo de envelhecimento, torna o peeling químico em um procedimento muito atraente. Os resultados do peeling químico também podem ser ainda mais otimizados com o uso de novas técnicas de rejuvenescimento a base de laser. Antes de optar pelo peeling químico, solicite ao seu dermatologista uma avaliação completa da sua pele.

O que faz um peeling químico ?

O peeling químico é usado para tratar rugas finas, especialmente debaixo dos olhos e em volta da boca. As rugas causadas pelo sol, idade e fatores hereditários podem ser reduzidas ou mesmo eliminadas por este procedimento. As depressões, saliências e rugas mais profundas não respondem ao peeling e podem necessitar de outros procedimentos cosméticos ou cirúrgicos. Um dermatologista pode ajudar a determinar o tipo de tratamento mais apropriado para cada caso.

Cicatrizes leves e certo tipos de acne também podem ser tratadas com o peeling químico. Além disso, a pigmentação da pele na forma de:

•manchas de sol;
•manchas por causa da idade;
•manchas por causa do fígado;
•sardas;
•manchas por causa da pílula anti-concepcional;
•pele sem brilho e sem textura

podem ser beneficiadas com o peeling químico. As áreas da pele que foram danificadas pelo sol e lesões escamantes também melhoram após este peeling. Filtros e bloqueadores solar devem ser usados para diminuir as chances do reaparecimento das lesões.
Como é feito um peeling químico?

Face, pescoço, peito, mãos e pernas podem receber o peeling químico, que pode ser superficial, médio ou profundo, dependendo do estado da pele. Como regra, quanto mais profundo for o peeling, maior será o tempo de recuperação.

Seu dermatologista recomendará o melhor peeling para os seus problemas de pele.

Antes do tratamento, as instruções podem incluir o desuso de certos medicamentos e a preparação da pele com cremes pré-condicionadores.

Um peeling químico é realizado normalmente no consultório do dermatologista. A pele é limpa com um agente que remove os excessos de óleo e os olhos e o cabelo são protegidos. Uma ou mais soluções químicas como ácido glicólico, ácido tricloroacético, ácido salicílico, ácido láctico ou ácido carbólico (fenol) são usados. Seu dermatologista sugerirá qual agente descamante é apropriado para você. A escolha é baseada no tipo de dano que a pele apresenta e no resultado desejado.

Durante o peeling químico o médico aplica a solução nas várias áreas que serão tratadas. Estas aplicações descamam as camadas da pele, fazendo com que uma pele rejuvenescida apareça.

A maioria dos pacientes sente, durante o procedimento, uma sensação de morna para quente, que pode durar de cinco a dez minutos. Esta sensação pode ser seguida por outra, de ardência. Um peeling mais profundo pode ser mais dolorido e requer medicamentos durante ou após o procedimento.

O que se deve esperar após o tratamento?

Dependendo do tipo de peeling, o paciente pode sentir um leve ou severo ardor na pele, como se estivesse queimado de sol. As descamações superficiais normalmente ocasionam vermelhidão, que pode durar de três a cinco dias.

As descamações médias ou profundas podem, algumas vezes, provocar inchaço e bolhas que, se se romperem, formarão cascas, ficarão castanhas e descascarão no mínimo entre 7 e 14 dias. Talvez algumas descamações necessitem de curativo cirúrgico na área ou em toda a pele submetida ao peeling.

É importante evitar, imediatamente após o peeling químico, exposição demasiada ao sol, já que a nova pele é frágil e muito mais suscetível a ser danificada. Seu dermatologista lhe indicará os cuidados apropriados para que a pele sare logo.

Quais são as possíveis complicações?

Em certos tipos de pele existe o risco de se desenvolver uma mudança de cor temporária ou permanente. As pílulas anticoncepcionais, gravidez ou história na família de descoloração castanha na face pode aumentar a possibilidade de se desenvolver uma pigmentação anormal. Uma vermelhidão persistente pode ocorrer durante meses.

Apesar de muito baixo, existe o risco de formar uma cicatriz após as descamações químicas. Se a cicatriz ocorrer, ela pode ser tratada com bons resultados. Existe uma pequena incidência de reativação de infecção de herpes labial ou simples em pacientes com história de formação de bolhas por causa de febre. Antes do peeling é importante que o paciente informe ao dermatologista qualquer caso de quelóide, tendência a cicatrizes anormais, raios-X, radiação na face ou herpes labial recorrentes, para que o médico possa tomar todas as precauções necessárias.

Quais são as limitações do peeling químico?

O peeling químico não remove pele flácida ou caída, já que não pode eliminar as fossas gravitacionais que produzem a pele flácida. Além do peeling, o paciente pode precisar de um levantamento da face, da sobrancelha, rejuvenescimento da pele por laser ou de outros procedimentos.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

CELULITE

A celulite é um problema tipicamente feminino, que atinge 85% das mulheres, sejam adolescentes ou adultas, magras ou gordas. Lipodistrofia finóide (LDG) é o termo médico para se referir a essas alterações do metabolismo do tecido subcutâneo, que se manifesta especialmente nas regiões das coxas, culotes e nádegas, na forma de ondulações e “furinhos”

Localizada no tecido gorduroso, entre a derme e os músculos, acredita-se que a celulite surja por uma deficiência nas trocas celulares desse tecido, já que suas células deveriam, através da corrente sanguínea, absorver nutrientes e água e eliminar toxinas e excessos de água o que não acontece. Com isso, as células se amontoam, interrompem a circulação e congestionam o tecido. Embora a celulite não esteja relacionada à obesidade – ela também atinge as mulheres magras – o excesso de peso faz com que se torne mais evidente.
Isso acontece porque, com o aumento de peso, aumenta também o depósito de gordura. Se houver retenção de líquidos, o relevo das gorduras fica maior, deixando a celulite ainda mais à mostra.
Estresse, hereditariedade, tensão pré-menstrual e uso de anticoncepcionais, por influir na parte hormonal do organismo, desencadeiam a formação de celulite, mas também o sedentarismo e a alimentação inadequada.
A celulite se apresenta em quatro estágios de evolução.

Condição Normal
Na condição normal o tecido gorduroso é ricamente irrigado, as células gordurosas são de tamanho e formas normais. Os vasos são eficientes e tem formato normal.

Estágio 1 da celulite
Acontece um aumento de volume das células do tecido gorduroso na região afetada ocasionado por acúmulo de gordura dentro da célula. Não existe alteração circulatória e dos tecidos de sustentação, apenas uma discreta dilatação das pequenas veias do tecido gorduroso. Não há sinais visíveis na pele e nem dor.

Estágio II da celulite
As células gordurosas ficam um pouco mais cheias de gordura, e as que ficam na parte mais profunda começam a sofrer o mesmo processo. Já aparece um certo grau de fibrose, que se piorar, começa à formar micronódulos na fase seguinte. O aumento do volume das células provoca alteração circulatória por provocar a compressão das microveias e vasos linfáticos. O sangue e a linfa (líquido aquoso que banha as células) ficam represados . Ocorre então um maior “inchaço” das células gordurosas e detritos tóxicos, que deveriam ser eliminados, começam a ficar acumulados. Na pele já é possível se observar irregularidades à palpação e ainda não existe dor.

Estágio III da celulite
As células continuam aumentando de volume por causa da contínua aquisição de gordura. Ocorre uma desordenação do tecido e aparecimento dos nódulos que apesar de mais profundos, são vistos como irregularidades na superfície da pele, mesmo sem palpação. Começa a existir uma fibrose, que é o endurecimento do tecido de sustentação (onde estão as fibras) e a circulação fica ainda mais comprometida. Pode aparecer os vasinhos e microvarizes. A pele tem o aspecto parecido com “Casca de Laranja”. Ocorre a sensação de peso e cansaço nas pernas (Deve-se lembrar que a celulite é basicamente um problema circulatório, e nesse estágio a circulação no tecido gorduroso já está com problemas).

Estágio IV da celulite
O inchaço desordenado das células gordurosas é acentuado, o tecido de sustentação se torna mais endurecido (fibroesclerose) e a circulação de retorno está muito comprometida. Nesse estágio, a celulite é dura e a pele fica “lustrosa”, cheia de depressões, com aspecto acolchoado. As pernas ficam pesadas, inchadas, doloridas e a sensação de cansaço está freqüentemente presente, mesmo sem esforço. Aparecem os aspectos anteriores já descritos e surgem os “Black Holes”, ou “Buracos Negros”, que são regiões de circulação diminuída, representando uma coalizão de vários micronódulos em macronódulos e a presença de significativa fibrose.

Quais as causas da celulite?
Atualmente, a celulite é considerada uma doença e não uma simples deformação estética. A celulite manifesta-se no tecido conjuntivo localizado embaixo da pele, devido à soma de várias alterações que são acionadas por diversos fatores, como herança genética, sedentarismo, problemas circulatórios, alimentação inadequada, cigarro, álcool, estresse e desequilíbrio hormonal.
Estes fatores determinam várias modificações, como a compressão dos vasos locais e a projeção do tecido gorduroso, o que ocasiona as conhecidas ondulações

Como diagnosticar a celulite?
Para se diagnosticar a celulite existem exames específicos como a videocapilaroscopia por fibra ótica, videotermografia computadorizada e ultra-som. Mas a celulite é uma doença facilmente reconhecida pela textura da pele: há um endurecimento do tecido de sustentação e a formação de nódulos.

Dicas para evitar a Celulite
Devem ser consumidas fontes magras de proteína, como clara de ovo, aves, peixes e carnes vermelhas magras como lagarto, filé mignon. Substitua as frituras por preparações grelhadas, assadas ou cozidas;

Evite alimentos ou preparações gordurosas, como feijoada, pizzas, molhos gordurosos, queijos gordos, pães e bolachas recheados, chantilly, biscoitos amanteigados, sorvetes.

Consuma alimentos isentos de açúcar refinado, ou seja, pão integral, arroz integral, macarrão, batatas e frutas. Na vontade de comer um doce, prefira uma barra de cereais;

Evite colocar muito óleo durante a preparação dos alimentos;

Alimentos integrais são boas fontes de fibras e ajudam a diminuir a absorção das gorduras, além de contribuir para a regulação do intestino.

Prefira alimentos que não contêm sal na sua formulação como bolacha água, margarina sem sal, vegetais em geral, temperos naturais pois o sal ajuda a reter líquidos no organismo e conseqüentemente na gordura localizada.

Não adicione muito sal durante a preparação dos alimentos ou quando prontos. Uma dica é não colocar o saleiro à mesa.

Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas, pois estes somente fornecem calorias não possuindo nenhum valor nutritivo, prefira sucos naturais ou água.

Realize exercícios físicos do tipo aeróbios para favorecer a queima de gorduras, como caminhadas, bicicleta, natação.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

OBESIDADE

A obesidade é uma doença crônica que resulta da alteração do balanço energético ingestão/gasto, a favor da ingestão. Esta provoca expansão do tecido adiposo para armazenamento de lípidos que favorece o aumento do número de células gordas. É certamente uma ameaça para a saúde e diminui em cerca de 9 anos à esperança média de vida.

O grau de obesidade mede-se através do Índice de Massa Corporal (IMC) que se resulta dividindo o peso pela altura elevada ao quadrado. Obtém-se assim um número seguido de Kg/m2 que deve ser interpretado da seguinte maneira:

IMC > 18 < 25 kg/m2 — Normal
IMC > 25 < 30 kg/m2 — Excesso de Peso
IMC > 30 < 35 kg/m2 — Obesidade moderada (grau I)
IMC > 35 < 40 kg/m2 — Obesidade grave (grau II)
IMC > 40 kg/m2 ———– Obesidade mórbida (grau III)

Indivíduos que apresentam tendência genética a serem obesos, que exageram na quantidade de alimentos ingeridos, ou que levam uma vida muito sedentária são propensos à obesidade. Se a pessoa que sofre de obesidade não se tratar, ela tende a engordar cada vez mais. Esta doença é fator de risco para várias outras complicações na saúde e, portanto, faz com que o indivíduo se torne mais frágil a doenças graves que podem levar a morte precoce.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MELASMA


O que é?
O melasma é uma manifestação caracterizada por manchas escuras na face. O seu surgimento geralmente está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico.
A doença aparece principalmente nas mulheres, mas também pode acometer os homens. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
A profundidade em que se localiza o pigmento na pele determina o tipo de melasma, que pode ser epidérmico (mais superficial e que responde melhor ao tratamento), dérmico (mais profundo e de tratamento mais difícil) ou misto.
Manifestações clínicas
A doença se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras ou acastanhadas na face, principalmente nas regiões malares (maçãs do rosto), na testa, nariz, lábio superior e têmporas. As manchas geralmente tem limites precisos e são irregulares, formando placas que, em seu contorno, apresentam pontilhado pigmentar.

Tratamento
Para evitar o melasma, as mulheres não devem se expor ao sol sem proteção solar durante a gravidez ou uso de anticoncepcionais hormonais (pílula).
O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento. No entanto, o tratamento acelera o seu desaparecimento. Após a melhora, a proteção solar deve ser mantida para evitar o retorno das manchas, que ocorre com bastante frequência.
Para o tratamento do melasma é fundamental o uso de protetores solares potentes sempre que houver exposição da pele ao sol ou mormaço, devendo-se dar preferência aos que contenham filtros físicos, que bloqueiam a passagem da radiação UV, como o dióxido de titânio.
O tratamento é feito com o uso de substâncias despigmentantes, aplicadas na pele. A associação dos despigmentantes com alguns tipos de ácidos geralmente aumenta a eficácia daqueles. Quando o pigmento se localiza mais profundamente, a melhora é mais difícil, exigindo persistência para se obter um bom resultado.
Peelings superficiais podem acelerar o processo facilitando a penetração dos despigmentantes e ajudando a remover o pigmento das camadas superiores da pele. O tratamento deve ser orientado de acordo com cada caso, pelo médico.

terça-feira, 27 de abril de 2010

CARBOXITERAPIA

A carboxiterapia é uma técnica estética não-cirúrgica, na qual gás carbônico é injetado no tecido subcutâneo utilizando-se um aparelho com uma agulha muito fina. Isso melhora a circulação e oxigenação dos tecidos promovendo benefícios estéticos.
As aplicações mais populares da carboxiterapia são o combate da celulite, gordura localizada e flacidez. Uma vez que a carboxiterapia também estimularia a formação de colágeno e novas fibras elásticas, ela também pode ser indicada para o tratamento de estrias, olheiras e rejuvenescimento facial e corporal.
Como Funciona?
A sobrecarga do gás ativa a produção de colágeno e promove a vasodilatação, melhorando a oxigenação dos tecidos diminuindo a camada de gordura deixando a pele firme e tonificada.
A melhora sobre elasticidade cutânea é o efeito terapêutico mais precoce que se obtém com o tratamento. Esta deve-se sobretudo ao incremento da perfusão cutânea (aumento da pO2), e conseqüente aumento e melhor distribuição do colágeno.
O gás atua sobretudo na microcirculação vascular do tecido conectivo, promovendo uma vasodilatação e um aumento da drenagem veno-linfática.
O tempo médio de tratamento é de 15 a 30 minutos e a frequência deve ser bissemanal. O número total de sessões varia entre 12 e 20. O paciente pode retornar imediatamente às suas atividades ao fim de cada sessão.
A carboxiterapia apresenta riscos?
Os dermatologistas esclarecem que a utilização correta da carboxiterapia não apresenta riscos nem efeitos colaterais. Porém é fundamental que a carboxiterapia seja feita por médicos capacitados. É possível aparecerem algumas pequenas manchas. A pessoa pode retornar às suas atividades normais ao final de cada sessão de carboxiterapia

BOTOX

A toxina botulínica começou a ser utilizada no Brasil em 1995, sob o nome comercial de Botox®. É um método simples, que não requer repouso nem interrupção das atividades cotidianas, e barato, em comparação com a cirurgia plástica. Sua principal virtude é eliminar as rugas de expressão, especialmente os vincos na testa e os famosos “pés-de-galinha”.
A toxina botulínica age inibindo o movimento dos músculos da face, o que impede a formação das rugas. Essa paralisia é temporária e dura em média seis meses. Após esse período, os movimentos voltam ao normal, e o paciente deve submeter-se a uma nova aplicação para manter os efeitos do tratamento.

Recomendamos que as aplicações da toxina botulínica comecem enquanto a pele ainda é jovem e sem vincos. Dessa forma, é possível preservar sua estrutura intacta por mais tempo. Mas, atenção: é importante procurar um médico que domine a técnica.
O uso do Botox não tem fins unicamente estéticos. Pessoas que sofrem com a hiperhidrose, ou produção e eliminação excessiva de suor, têm encontrado na toxina botulínica um alívio para seu desconforto. Nestes indivíduos há um estímulo exagerado do sistema nervoso autônomo, área do cérebro responsável, entre outras funções, pela transpiração. Esta situação afeta principalmente as axilas, porém pode comprometer qualquer área do corpo em que existam glândulas sudoríparas. Desse modo, poderá existir suor em demasia nas mãos, pés, face ou virilhas. Infelizmente, as conseqüências não são nada agradáveis. Quando compromete as axilas, a escolha estratégica de roupas que não denunciem o problema ganha fundamental importância. “Nas mãos, a limitação é ainda maior. Se por um lado torna o indivíduo pouco sociável até no momento de um simples aperto de mãos, por outro transforma o exercício de algumas atividades profissionais praticamente impossível. Imagine uma arquiteta, projetando uma casa, completamente molhada pelo suor excessivo, ou um ourives deixando escorregar pequenas jóias entre as mãos suadas”
Até pouco tempo atrás, além dos paliativos, o tratamento contra o suor excessivo das axilas consistia na retirada das glândulas sudoríparas da região em questão, através de uma cirurgia. Hoje em dia, para quem não pretende enfrentar o bisturi, a toxina botulínica é uma boa opção bastam simples aplicações locais realizadas sem a necessidade de anestesia, no caso das axilas, para que a sudorese seja atenuada por períodos que podem variar de quatro a oito meses, fator que depende da reação de cada pessoa à substância.
O retorno às atividades cotidianas é imediato e o resultado pode ser percebido em poucos dias.
Como o Botox atua ?
Botox atua relaxando a musculatura local e consequentemente impedindo a contração muscular e a formação das linhas de expressão. A duração do efeito varia de paciente para paciente, sendo em média de 4-5 meses. Após este período pode ser realizada nova aplicação.
Qualquer paciente pode se submeter ao tratamento com Botox?
Qualquer pessoa com marcas de expressão que a incomode pode se submeter ao tratamento, porém o médico é quem decide se Botox é ou não o tratamento mais adequado para o seu caso. Usualmente a aplicação é realizada a partir dos 30 anos.
Botox dói ?
Durante a aplicação, uma leve sensação de desconforto pode aparecer, porém isto está ligado diretamente a sensibilidade de cada paciente. A grande maioria dos pacientes não relatam dor.
O resultado de Botox é permanente?
Não. Botox é um tratamento reversível. Os músculos voltam a contrair..
Botox pode ser aplicado em gestantes?
Não. A segurança em mulheres grávidas ainda não está bem comprovada

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Intradermoterapia

É uma técnica que aproxima o medicamento do lugar da patologia. O medicamento estará presente no local afetado, onde vai agir. Por isso, doses mínimas de substância são suficientes. É um procedimento médico que apresenta bons resultados na melhora da celulite e gordura localizada, mas também vem sendo utilizado na flacidez dérmica, estrias e rugas.
É um tema controverso e polêmico. É um método eficiente? Para o que se propõe? O que é exatamente Intradermoterapia?
A intradermoterapia tem ação localizada e é realizada com o uso de agulhas muito curtas, injetando-se medicamentos que melhoram a circulação e medicamentos lipolíticos que "queimam" a gordura dos tecidos.
Se um medicamento é ministrado por via oral ou por injeção, circula pelo sistema vascular atingindo todos os órgãos. Embora um produto possa se concentrar mais em determinados órgãos, de maneira geral se distribuem por todo o corpo. Só uma pequena parte do medicamento vai para o órgão alvo, onde existe o problema. Portanto, da dose total recebida, apenas uma fração chega até o local que está doente. Por exemplo, se um paciente tem uma “inflamação” no joelho e recebe um antiinflamatório, a medicação vai se distribuir por todo o corpo, atingindo os pulmões, o fígado, o outro joelho, enfim todo o organismo, e só uma pequena parcela vai atingir o joelho doente. A dose do medicamento é calculada baseada na parcela que age no ponto que este doente, e o restante acaba sendo inútil.
O princípio básico da Intradermoterapia é a aplicação de medicamentos, próximo ao local onde vai agir. Então se a medicação é aplicada no local, estará presente no ponto alvo em altas doses, e quando é absorvida e distribuída pelo organismo, se dilui e tem seu efeito muito diminuído para os outros órgãos. Então, uma pequena quantidade aplicada no local alvo terá uma forte ação neste local, e quando absorvida e distribuída no resto do organismo haverá uma diluição e os possíveis efeitos colaterais serão muito diminuídos.
É óbvio que esta técnica não substitui qualquer dos tratamentos convencionais, mas tem algumas aplicações muito específicas onde pode ser útil. Portanto, Intradermoterapia é apenas uma maneira de administração de medicamentos.
Os medicamentos usados são lipolíticos, ou seja, liberam a gordura do tecido, que não será reposta por causa da reeducação alimentar. Portanto, como todos os métodos estéticos de combate à gordura localizada e celulite, a Intradermoterapia só é eficiente associada à reeducação alimentar.

Peeling de Cristal


O peeling de cristal atua no tratamento de seqüelas de acne, quelóides e cicatrizes pós-trauma (queimaduras), sulcos e rugas superficiais e profundas (rejuvenescimento), hipercromias (manchas) em geral, estrias e poros dilatados.

A maior vantagem desse novo tratamento é que o paciente não sente dor, é rápido, além de não ter risco ou contra-indicação.

Através de um sistema avançado, jatos de cristais de óxido de alumínio são projetados sobre a pele realizando uma microdermoabrasão, removendo até as camadas mais profundas da pele estimulando o crescimento de uma nova camada e a produção de colágeno.

Por ser um método mecânico, não deixa resíduo, o que possibilita a exposição à luz solar sem danos à pele.

Garante uma aparência viçosa. Já na primeira sessão, o paciente pode notar os resultados de maciez e brilho, além da melhora do tônus e da textura da pele.

Sua grande vantagem é que pode ser realizado em qualquer época do ano e após o tratamento, o paciente pode voltar às atividades normais.